Tarifa de energia elétrica sofrerá reajuste neste sábado
Com índice médio de 3,78% definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os novos preços das tarifas de energia elétrica da Cemig Distribuição passam a vigorar a partir deste sábado (28/5), valendo até maio do ano que vem.
O aumento para o consumidor residencial comum é de 4,21%. Para os consumidores atendidos em alta tensão, o aumento médio a ser percebido será de 2,06%. Para os consumidores atendidos em média e baixa tensão o reajuste será de 4,63%.
De acordo com Maura Galuppo Botello Martins, superintendente de Regulação Econômico-financeira da Cemig, o consumidor somente vai perceber o reajuste total a partir da fatura de junho – e que possuem vencimento em julho. “As datas de leitura das contas de energia são distribuídas ao longo do mês. Assim, em junho, os consumidores pagarão uma parte do consumo ocorrido antes de 28 de maio ainda conforme a tarifa antiga e a outra parcela do consumo já com o reajuste da tarifa”, explica a superintendente.
De acordo com a Cemig, do valor cobrado na fatura, 21,4% ficam na distribuidora e se destinam a remunerar o investimento, cobrir a depreciação e o custeio da Concessionária. Os demais 78,6% são repassados para cobrir a compra da energia (28,7%), encargos setoriais (18,3%) e encargos de transmissão (2,9%), ICMS (22,1%) e Pasep/Cofins (6,5%), que são custos repassados aos governos estadual, federal e outros agentes do setor elétrico. Veja gráfico:
O aumento para o consumidor residencial comum é de 4,21%. Para os consumidores atendidos em alta tensão, o aumento médio a ser percebido será de 2,06%. Para os consumidores atendidos em média e baixa tensão o reajuste será de 4,63%.
De acordo com a Cemig, do valor cobrado na fatura, 21,4% ficam na distribuidora e se destinam a remunerar o investimento, cobrir a depreciação e o custeio da Concessionária. Os demais 78,6% são repassados para cobrir a compra da energia (28,7%), encargos setoriais (18,3%) e encargos de transmissão (2,9%), ICMS (22,1%) e Pasep/Cofins (6,5%), que são custos repassados aos governos estadual, federal e outros agentes do setor elétrico. Veja gráfico:
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Fonte: Aneel – Planilha Sparta |
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