Governo de Minas libera R$ 46 milhões para construção de estação de tratamento de esgoto em Patos
O governador Aécio Neves e o vice-governador Antonio Anastasia, assinaram, nesta quarta-feira (24), em Patos de Minas, convênio que autoriza o início imediato de obras da Copasa para implantação do sistema de tratamento de esgoto do município, localizado no Alto Paranaíba. Serão investidos R$ 46 milhões na construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e de seis unidades de bombeamento de esgoto. O convênio prevê ainda que os 150 empregos diretos que serão gerados nas obras sejam preferencialmente ocupados por trabalhadores de Patos de Minas.
“O que assinamos hoje é um conjunto de tratamento de esgoto que vai despoluir o Rio Paranaíba e que vai levar saúde a toda a população de Patos. Uma das maiores obras feitas no Estado de Minas Gerais. Não são promessas, são recursos autorizados e que agora começam imediatamente”, disse Aécio Neves.
A solenidade de assinatura do convênio reuniu 18 prefeitos de municípios vizinhos, deputados e lideranças políticas da região.
“O que assinamos hoje é um conjunto de tratamento de esgoto que vai despoluir o Rio Paranaíba e que vai levar saúde a toda a população de Patos. Uma das maiores obras feitas no Estado de Minas Gerais. Não são promessas, são recursos autorizados e que agora começam imediatamente”, disse Aécio Neves.
A solenidade de assinatura do convênio reuniu 18 prefeitos de municípios vizinhos, deputados e lideranças políticas da região.
É de dar inveja essa notícia...
ResponderExcluirEm Araguari, nem mesmo com o Ministério Público "na cola" da Prefeitura, nós conseguimos resolver a questão do tratamento de esgotos.
Enquanto isso, o rio Jordão e o meio-ambiente vão pagando o pato pela incompetência dos administradores que se sucedem no comando da cidade.
O interessante é que ainda não se "esgotaram" as tentativas do tratamento.
ResponderExcluirEstou entendendo que primeiro se fará o tratamento das águas na cabeceira do Rio Paranaíba, na altura de Patos de Minas, depois a jusante (da nascente para a foz), sendo imprudente tratar primeiro as águas do Rio Jordão. Evidente que parte da poluição daquela cidade permanece represada em Emborcação. Outro aspecto é que existe nessa operação a iniciativa da Copasa. No Caso de Araguari, quando for oportuno tratar as águas do Rio Jordão (poluídas pelos dejetos da população) e que caem no Paranaíba, talvez a SAE não receba ajuda daquela empresa e necessitará dos recursos para despoluir o Rio Jordão (R$ 60 milhões). Ainda bem que o governador não disse que vai despoluir todo o Rio Paranaíba.
ResponderExcluir