Prefeito de Uberaba é denunciado por ter usado valerioduto
Do jornal O Globo, hoje:
Ex-ministro disse que caixa dois pagou dívida de R$ 410 mil
As declarações de Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e atual prefeito de Uberaba (MG), à CPI do Mensalão, em 2005, ainda provocam processos contra ele. O procurador regional eleitoral, José Jairo Gomes, usou parte do depoimento de Adauto para denunciá-lo por crime eleitoral. Na CPI, Adauto confessou ter recebido R$ 410 mil do valerioduto, esquema de pagamento de propina a parlamentares da base aliada do presidente Lula, por intermédio do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
Adauto disse na CPI que o dinheiro foi usado para pagar dívidas de campanha de 2002 e que não foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral. E frisou que essa não teria sido a primeira vez em que usou caixa dois para pagar dívidas de campanha. Marcos Valério, operador do mensalão, afirmou aos parlamentares que repassou pelo menos R$ 1 milhão a Anderson Adauto.
O procurador, no entanto, decidiu denunciá-lo no TRE-MG pelos R$ 410 mil não registrados na sua prestação de contas eleitorais. O assunto deve entrar na pauta do TRE nesta semana. Segundo o procurador, Anderson Adauto infringiu o artigo 350 do código eleitoral.
Ex-ministro disse que caixa dois pagou dívida de R$ 410 mil
As declarações de Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes e atual prefeito de Uberaba (MG), à CPI do Mensalão, em 2005, ainda provocam processos contra ele. O procurador regional eleitoral, José Jairo Gomes, usou parte do depoimento de Adauto para denunciá-lo por crime eleitoral. Na CPI, Adauto confessou ter recebido R$ 410 mil do valerioduto, esquema de pagamento de propina a parlamentares da base aliada do presidente Lula, por intermédio do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
Adauto disse na CPI que o dinheiro foi usado para pagar dívidas de campanha de 2002 e que não foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral. E frisou que essa não teria sido a primeira vez em que usou caixa dois para pagar dívidas de campanha. Marcos Valério, operador do mensalão, afirmou aos parlamentares que repassou pelo menos R$ 1 milhão a Anderson Adauto.
O procurador, no entanto, decidiu denunciá-lo no TRE-MG pelos R$ 410 mil não registrados na sua prestação de contas eleitorais. O assunto deve entrar na pauta do TRE nesta semana. Segundo o procurador, Anderson Adauto infringiu o artigo 350 do código eleitoral.

Art. 350 do Código Eleitoral: "Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais"
ResponderExcluirQuer dizer, acho, que nem roubo deve ter sido, o meliante apenas deixou de informar o desvio.