Prefeitos cobram de Lula menos teoria e mais prática
De Isabella Souto no jornal Estado de Minas, hoje:
Um debate sobre os 10 maiores problemas enfrentados pelos mais de 5,5 mil municípios brasileiros colocará, frente a frente, amanhã e quarta-feira, em Brasília, representantes do governo federal e prefeituras. Questões como mortalidade infantil, falta de registro civil, analfabetismo e desigualdade social farão parte do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, evento promovido pela Presidência da República. O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é conciliador: promete ser um parceiro das prefeituras e buscar mecanismos para minimizar os efeitos da crise financeira mundial. Já os prefeitos cobram menos teoria e mais prática. Leia mais...
Um debate sobre os 10 maiores problemas enfrentados pelos mais de 5,5 mil municípios brasileiros colocará, frente a frente, amanhã e quarta-feira, em Brasília, representantes do governo federal e prefeituras. Questões como mortalidade infantil, falta de registro civil, analfabetismo e desigualdade social farão parte do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, evento promovido pela Presidência da República. O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é conciliador: promete ser um parceiro das prefeituras e buscar mecanismos para minimizar os efeitos da crise financeira mundial. Já os prefeitos cobram menos teoria e mais prática. Leia mais...

Tradução: Nesta sentença o vocábulo "teoria" é sinônimo das expressões idiomáticas equivalentes a "convesa fiada", "conversa mole" ou, até mesmo, "conversa pra boi dormir" e não àquela teoria em que se debruçam filósofos científicos ou estudantes "monógrafos".
ResponderExcluirNo tocante à SAÚDE PÚBLICA, uma sugestão para todos os prefeitos (não me canso de sugerir, há anos...):
ResponderExcluirEXIGIR do presidente da República que sua bancada (maioria, quando conveniente) aprove definitivamente a REGULAMENTAÇÃO DA EMENDA CONSTITUCIONAL 29/2000.
Explico: a Emenda/29, aprovada em 2000 e até hoje aguardando regulamentação no Congresso, define os percentuais MÍNIMOS de investimento na SAÚDE, para os 3 níveis de governo: União (10%), Estados (12%) e Municípios (15%). Atualmente, somente os municípios cumprem sua obrigação.
Enquanto fui secretário de saúde, discuti essa questão nos fóruns regionais e estaduais. Discuti também com a imprensa, parlamentares e com dois ministros da saúde (como trocam !!): Saraiva Felipe, em 2006, e Agenor Álvares, em 2007.
Mas, secretário de saúde, sem apoio político, num contexto de total desprezo pelo Sistema Único de Saúde, pode quase nada.
Ao menos, com essas e outras atitudes decentes, procurei justificar o salário que o POVO me pagava.
Mãos à obra, prefeitos !!!